Gisela João

Gisela João apresenta o seu aclamado disco AuRora ao vivo nos Coliseus em novembro
 
As tábuas dos palcos dos Coliseus de Lisboa e Porto chamam por Gisela João. Duas salas míticas que a cantora já esgotou, uma e outra vez, e a que sempre volta como quem volta a casa, desta vez para apresentar ao vivo, respectivamente a 5 e 13 de Novembro, os temas do seu mais recente disco de originais, “AuRora”, editado em Abril deste ano. Um dos sérios candidatos a disco do ano, “AuRora” ao vivo nos Coliseus é dedicado aos que têm fome de concertos, de música, de Cultura - e de Gisela João. E que bem assentam ao seu talento e intuição musicais os grandes palcos, bem como à mestria dos músicos que a acompanham. Há em "AuRora" a mesma ambivalência de Gisela João, que vive entre o tradicional e o contemporâneo, o popular e o erudito, Portugal e o Mundo. Porque ninguém é só uma coisa e Gisela João é muitas.

Sucessor de “Nua” (2016) e “Gisela João” (2013), "AuRora" é o primeiro álbum de Gisela João a apresentar essencialmente canções originais e é também o disco em que a artista se estreia como letrista e compositora, assinando ainda a produção em parceria com Michael League, dos premiados Snarky Puppy, e Nic Hard. E canta não apenas como esperamos que cante mas para lá de tudo o que lhe ouvimos cantar até hoje. “Louca”, “Já Não Choro Por Ti” e “Canção Ao Coração”, os três singles de “AuRora”, serão alguns dos pontos altos de um concerto que se prevê de emoções, do primeiro ao último segundo. E que bom será poder testemunhar o regresso de Gisela João às tábuas dos palcos das nossas vidas.
 
 
 
"AuRora é um espantoso rasgo de luz, com sons estranhos colocados e doseados com pinças. É Gisela a abrir o seu caminho, sem deixar que a tradição se esfume no retrovisor. Nunca foi tão justo dizer que este é o fado de Gisela João. Este não é de mais ninguém.”
AuRora/ 5 ⭐ Gonçalo Frota in Público 
 
«Há discos e discos, e há álbuns como este, que fazem um ouvinte querer levantar-se da cadeira, dizer mentalmente “vamos à vida, caramba!”, ser tomado por uma força que vem de encontrar um som que ainda estava por descobrir, uma canção que ainda ninguém ouvira mas só poderia ser escutada assim, com este arranjo, com este timbre, com esta voz, com esta melodia.»
Gonçalo Correia in Observador
 
«A Gisela João basta-lhe existir, ser sublime naquilo que faz e com isso fazer do mundo um lugar melhor e maior, com um pouco mais de sentido. É um privilégio testemunhar este talento de disco para disco.»
AuRora / 5 ⭐ Ana Patrícia Silva in Time Out
 
«(…) neste Aurora, Gisela João investe a fundo na sua intimidade de uma forma que não lhe tínhamos visto antes com tanta clareza e arrojo, com a veleidade de quem tem o abismo a romper-lhe das palavras (...)»    
Filipa Teixeira in Sábado
 
«Logo aos primeiros segundos do novo álbum de Gisela João, percebemos que este é um disco de fado diferente. A produção de Michael League (…) marca a sonoridade e o ambiente deste Aurora, sobretudo em subtilezas ambientais e eletrónicas, um disco que ganha muito ao ouvir-se aos auscultadores, com o som bem alto.»
Pedro Dias de Almeida in Visão
 
«Quando Gisela João canta, tudo é perfeito.»
Lia Pereira in Expresso / Blitz

23 Agosto 2021
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