João Gil

João Gil e convidados adiam 5 noites do Caixa de Luz no Capitólio para início de Março

Numa altura em que Portugal volta a entrar em confinamento geral, João Gil e os convidados Ana Bacalhau, António Zambujo, Elida Almeida, Jorge Palma e Tatanka, adiam as 5 noites do espetáculo Caixa de Luz, inicialmente agendadas de 27 a 31 de Janeiro, no Capitólio, em Lisboa, para os dias 3, 4, 5, 6 e 7 de Março. Todos os bilhetes previamente adquiridos darão acesso automático às novas datas.

 

NOVAS DATAS CAIXA DE LUZ

João Gil convida Elida Almeida: passa de 31 de Janeiro para 3 de Março

João Gil convida Tatanka: passa de 28 de Janeiro para 4 de Março

João Gil convida Ana Bacalhau: passa de 29 de Janeiro para 5 de Março

João Gil convida Jorge Palma: passa de 30 de Janeiro para 6 de Março

João Gil convida António Zambujo: passa de 27 de Janeiro para 7 de Março

Valor do bilhete: 15€
2 ou mais bilhetes (mesmo concerto): 12€
Pack Caixa de Luz (5 concertos): 50€ 

  

Esta residência artística de João Gil celebra a música, a vida e a palavra num palco que se transforma, como o próprio nome indica, numa Caixa de Luz, que ilumina as fronteiras que habitualmente separam artista e público. Numa fusão cúmplice entre histórias e estórias, estas 5 noites de luz e trovas, com assinatura de João Gil e participação especial dos seus 5 convidados, guiar-nos-ão pelo caminho do que está para chegar.

No final de 2020, João Gil lançou o single “O Exacto Oposto”, uma ode à vontade de Mudança e ao Amor enquanto catalisadores de actos de bravura, fundamentais para as grandes conquistas. Em “O Exacto Oposto”, que sucede ao tema “A Marcha da Polícia”, editado em Julho do mesmo ano, João Gil volta a assinar a autoria da música e letra, reforçando a chamada de atenção para os movimentos anti-democráticos que têm crescido um pouco por todo o mundo, colocando em causa regimes democráticos e a estabilidade social.

João Gil, compositor e guitarrista, é um dos artistas mais (re)conhecidos da música portuguesa. Dos Trovante à Filarmónica Gil, passando pela Ala dos Namorados, Rio Grande, Cabeças no Ar, Baile Popular ou, mais recentemente, os Tais Quais ou o Quinteto Lisboa, a vida de João Gil é pautada por grandes sucessos que suplantam a notoriedade dos grupos por onde passou e nos quais deixou o seu forte contributo. Ao longo da sua actividade como músico assinou a banda sonora de alguns filmes portugueses, como “Ao Sul”, de Fernando Matos Silva, “Rosa Negra”, “Flores Amargas” e “Adriana” de Margarida Gil. O teatro também faz parte do seu percurso profissional, tendo composto para as peças “O Ano do Pensamento Mágico”, “Sexo, Drogas e Rock n Roll” e, mais recentemente, para o recital de “Ode Marítima” - que o junta em palco a Diogo Infante, um projecto de música e poesia de enorme sucesso nacional e internacional. Ao longo de mais 40 anos de música portuguesa, João Gil distingue-se como compositor de algumas das músicas que farão, para sempre, parte da memória colectiva nacional: “Saudade”, “125 Azul”, “Loucos de Lisboa”, “Postal dos Correios”, entre tantas outras, são exemplos de canções com a sua assinatura, que se tornaram verdadeiros fenómenos de popularidade. 




15 Janeiro 2021
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